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Notícia publicada no dia: 06/06/2016

Inflação de baixa renda é puxada por habitação e despesas diversas

 

 

 

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), também conhecido como inflação da baixa renda, acelerou no mês passado, passando de 0,69% em abril para 0,84% em maio. No ano, o indicador acumula alta de 4,69% e, em 12 meses, de 9,82%.

No mês passado, contribuíram para a alta os preços de tarifa de eletricidade residencial, cigarros e tarifa de telefone residencial.

A taxa para a baixa renda ficou acima da registrada para o conjunto da população, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que atingiu 0,64% em maio e 9,15%, nos últimos 12 meses.

Dos oito grupos de despesa usados no cálculo do IPC-C1, três mostraram taxas maiores de abril para maio: habitação (-0,46% para 1,18%), despesas diversas (0,29% para 4,31%) e
comunicação (0,04% para 0,22%).

Na contramão, recuaram mais os preços de transportes (1,12% para -0,4%), saúde e cuidados pessoais (3,49% para 1,71%), alimentação (0,62% para 0,53%), vestuário (0,82% para 0,48%) e educação, leitura e recreação (0,52% para 0,16%).

Veja a variação de preços de alguns itens:
Tarifa de eletricidade residencial (-4,02% para 3,26%)
Cigarros (0,14% para 8,63%)
Tarifa de telefone residencial (-0,38% para 0,09%)
Tarifa de ônibus urbano (1,31% para -0,37%)
Medicamentos em geral (7,02% para 2,94%)
Frutas (2,84% para -1,82%)
Roupas (0,92% para 0,6%)
Passagem aérea (1,04% para -4,86%)