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Notícia publicada no dia: 02/02/2015

Veja os novos aumentos anunciados que pesam no bolso em 2015

O ano mal começou e o consumidor já sente no bolso o peso dos aumentos anunciados para 2015. Apenas em janeiro, já ficaram mais caras as tarifas de ônibus, a conta de luz e o crédito pessoal. Os reajustes não param por aí. Para os próximos meses, já estão programados novos aumentos em outros serviços.

Veja abaixo as mudanças:

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Crédito pessoal (Foto: G1)

O governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide nasoperações de crédito para o consumidor.

A alíquota passou de 1,5% para 3% ao ano (o equivalente à alta de 0,0041% para 0,0082% por dia). Esse valor será cobrado além dos 0,38% que incidem na abertura das operações de crédito. Com essa medida, o governo espera arrecadar R$ 7,38 bilhões neste ano.

Veja simulações dos efeitos da alta do IOF sobre o crédito ao consumidor.


taxa de juros (Foto: G1)

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu elevar nesta quarta-feira (21) os juros básicos da economia de 11,75% para 12,25% ao ano.

Com a decisão de aumentar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, os juros sobem ao maior patamar desde meados de 2011, ou seja, em três anos e meio. Com taxas mais altas, a instituição tenta controlar o crédito e o consumo e, assim, segurar a inflação. E isso significa juros em alta para o consumidor.


Financiamento imobiliário (Foto: G1)

A Caixa Econômica Federal aumentou no dia 19 de janeiro as taxas de juros dofinanciamento imobiliário para contratos novos.

Não foram alteradas as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS.

Foram corrigidas as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudança afeta quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que não utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos.

Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.