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Notícia publicada no dia: 23/10/2014

Assumir e manter a iniciativa empreendedora

 

 

 

Na  canção "Deixa a vida me levar", de Zeca Pagodinho, acompanhamos: "Se a coisa não sai do jeito que eu quero/Também não me desespero/O negócio é deixar rolar/E aos trancos e barrancos, lá vou eu!/E sou feliz e agradeço/Por tudo que Deus me deu".

É uma música adequada para os empregados, enquanto subservientes a ordens e a estratégias de negócios fora de sua iniciativa. Mas, como empreendedores, a dança é outra, e caberá ao futuro empresário assumir a iniciativa e se esforçar ao máximo para ser o sal da terra.

A persona de empresário é muito mais do que o sucesso percebido e divulgado através de salas suntuosas, carros novos, ternos impecáveis e entrevistas nos programas de TV.

Esse sucesso, socialmente divulgado, é apenas a parte visível do iceberg. Porque para garantir a sobrevivência de qualquer tipo de empresa o empreendedor deve se dedicar a defender suas ideias, propostas, produtos e serviços ao longo das 24 horas do dia.

Os empreendedores que asseguram em médio prazo a sobrevivência de suas empresas geralmente são pessoas que assumem a "persona" em missão de mudar o mundo. Isso mesmo. É possível ainda inflamar as pessoas e os clientes ao seu alcance com o discurso de mudança do mundo.

Como no passado recente, quando alguns visionários contagiaram o mundo (e ganharam muito dinheiro) com mensagens e missões do tipo: "um computador em cada mesa", ou "um laptop para cada criança". Hoje, estranharíamos chegar em um escritório sem computador ou laptop. E achamos supernormal uma criança dedilhar seu tablete.

Ou seja, ser empreendedor é ter disposição e energia para mudar o mundo. Porque, para acreditar que teremos a chance de mudar o mundo inteiro, teríamos que começar a mudança pelos "mundinhos" ao nosso alcance.

E para seduzir nossos aliados nesses respectivos nichos, nada melhor que a qualidade de nossos produtos e/ou serviços, apresentados, sempre, com a energia dos "transformadores" do mundo.

E, também, nos inspirar nos grandes líderes e até mesmo nos grandes pregadores religiosos, que nos apresentam com muito sucesso e retorno as expectativas de salvação eterna.

Porque a única coisa que um empreendedor não pode aceitar, definitivamente, é deixar a vida o leva". Talvez seja adequado que o futuro empreendedor se inspire na sabedoria bíblica, mesmo não sendo religioso: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens", como nos ensina o Evangelho de Mateus, no Capítulo 5, versículo 13.